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 Cinqüenta Milesimal - LM  

 

Escreverei aqui suposições minhas, visando contradições e correções, a respeito deste método de preparação dos medicamentos, a cinqüenta milesimal, vulgarmente conhecida por LM.

São elas :

  • Na LM há tanto um "refinamento" da mensagem transportada, pelo aumento das dinamizações (100) e triturações feitas, como uma diluição (diminuição) das doses dadas, pela diminuição do tamanho do glóbulo e das diluições das doses na água.
  • Seu modo de prescrição ( diariamente ) é feito com uma freqüência muito maior que a centesimal, numa dose muito menor que a centesimal. Sobre isso chego as seguintes conclusões :

    Uns dos modos para se ter uma boa resposta à medicação é através de um estímulo suave e constante, que pode ser melhor que o estímulo forte e espaçado. E com isto ajudar a regular melhor a dose, para se controlar as agravações. Provavelmente para Hahnemann também fazia os casos crônicos evoluírem mais rápido, assim como o ser teria seu limiar aos noxas (suscetibilidade) aumentado com maior rapidez.

    A Dra. Bastide (1), imunologista francesa, nos coloca a questão de o quanto de Energia/Informação se precisa para iniciar um processo de movimento num indivíduo doente.     Segundo ela, Hahnemann teria dito que pouca, mas de qualidade.

    Hahnemann, com a 6ª edição, pode ter chegado a conclusão que não era possível "A CURA".

    Que não existia esse fenômeno estático chamado "CURA", e que ela não seria o "gran finale" para algo chamado "DOENÇA".


    Isto é importante porque é fácil encarar várias doenças e suas várias curas para quem não é vitalista ( unidade X totalidade ), mas quem tem a graça (ou desgraça, conforme o humor da hora) de o ser e faz uma clinica baseada na teoria miasmática de Kent e seus seguidores, fica desconcertado.
P
orque para ele não existem mais "as doenças" e sim uma enfermidade que acomete todo o ser, e o que ele procura é a cura dela, e de repente parece que ele está procurando é um pote de ouro no final do arco íris, e sou obrigada a concordar que está.
Não sei de alguém que tenha visto, neste mundo, uma cura desta magnitude, por que se existe, é muitíssimo rara, e quase que excluiria a morte. E Hahnemann percebeu.


    Dizem que a humildade e a percepção dos próprios limites são qualidades dos sábios. E que os que não se deixam abater em sua procura, apesar disso, são os verdadeiros gênios.


    Creio que Hahnemann percebeu que "A CURA" não era possível, mas que "curas", ao longo do caminho da vida do paciente eram muito significativas, e o tornavam um ser diferente do que era. Algo como ir adquirindo experiências produtivas, se processando direito esta experiências , e daí isso se revelar também em ações mais adequadas a si e para o meio.
E que a Homeopatia contribuía para fazer este ser ir para frente, sem estagnar ou regredir.
Acredito que ele tenha chegado a esta conclusão por observações de pacientes que se trataram com ele por anos a fio.

    Devem existir casos em que a LM funcione melhor, e outros em que a CH funcione melhor, e com as outras escalas idem, isto ainda precisa ser melhor delimitado. Pode ser muito útil naqueles casos em que a repetição de doses se faz necessária pela curta ação do medicamento, por mais bem elegido que ele tenha sido ( lesional grave ou incurável), e que a repetição freqüente das CH começa a ocasionar excesso de informação no paciente, percebido principalmente pela famosa e desagradável sensação que se está " perdendo o pé" do caso.
A LM permite sua repetição diária, e permite um maior controle da quantidade de medicamento dado. E quem usa LM já percebeu a diferença que isto faz.

    Em tese, qualquer tipo de preparação de medicamentos homeopáticos que envolva trituração e/ou dinamização vai nos fornecer medicamentos que atuem pela lei de similitude de uma maneira mais refinada. Porém, tipos de preparação dos medicamentos não podem vir do nada, e quem estuda este tipo de assunto deve, aos clínicos, a exaustão no estudo sobre as preparações que já existem, antes que se aventurem por novos caminhos, inclusive para se conhecer a linha de raciocínio de Hahnemann dos CH até os LM.


    Muita coisa ainda há para ser descoberta e padronizada, principalmente quanto a CH e a LM antes de se partir para algo diferente, notadamente a questão das :


- influência e individualização das doses,
- diferenças de ação das diferentes potências dentro das diferentes escalas,
- qual é a melhor potência a se dar depois da que se está usando,
- qual é a real diferença entre as potências dentro das diferentes escalas,
- qual as freqüências mais adequadas a serem dadas das potências dentro das
  
diferentes, escalas, etc.

    Daí, sim, quem quiser que se aventure em vôos mais altos.

 

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construída e administrada por Maria Thereza Cera Galvão do Amaral
Criada em 1999. Revisado: dezembro, 2017.

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