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‘regras e precauções contra acidentes em Homeopatia, válido para aplicadores e usuários’.

Baseado no site " www.feriasvivas.org.br" , ‘regras e precauções contra acidentes’.


 

  1. Regra básica : tenha consciência de que acidentes podem ocorrer !

    clínicos : a Homeopatia não ‘funciona’ de maneira semelhante à alopatia. E não é inócua.
    Então, se não for utilizada observando-se determinadas condições, aumentam muito as chances de acidentes ocorrerem.

    Pacientes: nada, absolutamente nada que se usa como medicamento neste mundo é inócuo. Homeopatia, alopatia, fitoterapia, etc. E o mesmo comentário vale para outros procedimentos terapêuticos como acupuntura, quiropraxia e etc.
    ‘Usar por usar’, ‘ se bem não faz, mal também não’, ‘eu entendo um pouquinho’, ‘fiz um curso de fim de semana sobre isso’. Quando ouvir algo do gênero, é melhor procurar outra pessoa para medicá-lo.
    De preferência alguém habilitado para fazê-lo.

     
  2. Consciente da regra, saiba que você pode evitá-los (os acidentes).

    Clínicos
    : a Homeopatia tem uma lógica diferente da alopatia. Embora se possa usar a Homeopatia de maneira ‘alopatizada’, os resultados podem surpreender, tanto positivamente quanto negativamente.
    Por que ? Por que passamos anos na faculdade nos acostumando com a lógica de um tipo de terapêutica. Como podemos supor que em 15 dias, com um livro ou algo que o valha, saberemos instantaneamente usar a Homeopatia?
    Não é possível.
    Como contornar este problema ? Fazendo um bom curso de Homeopatia.

    Pacientes : a responsabilidade por um bom tratamento é tanto do clínico quanto do paciente. Pesquise a habilitação para prescrever Homeopatia do clínico que escolheu, antes de iniciar seu tratamento. E siga suas orientações.

     
  3. Não aja de maneira impulsiva e precipitada. Atos e comportamentos de risco podem provocar acidentes.

    Clínicos: a Homeopatia em diversas situações é atraente ao clínico.
    E geralmente esta atração é proporcional ao tamanho do problema que está enfrentando com algum paciente.
    Mas se não for treinado para isso, resista a tentação de medicá-lo e encaminhe seu paciente para um clínico homeopata que lhe tenha sido indicado.

    Pacientes: não se auto medique, a não ser para acidentes caseiros comuns, como pancadas, cortes pequenos e outros.
    Muitas vezes, mais vezes do que o aceitável, a auto medicação é para o doente pior que a doença.

     
  4. O risco não deve ser temido, mas identificado para ser controlado.

    Idem anterior.

     
  5. Procure conhecer as características da atividade e dos equipamentos para evitar o manuseio errado e o surgimento de ‘falhas mecânicas’.

    Clinicos: se a Homeopatia lhe atrai, faça um curso adequado. Procure indicações nas associações de classe correspondentes.
    ‘Ferramentas certas em mãos erradas, ou mal-treinadas, causam acidentes’.

    Pacientes: procure um clínico que tenha boas indicações e que tenha feito um bom curso de Homeopatia.
    A Homeopatia não é um ‘conhecimento divino adquirido por revelação’.
    Ela é uma terapêutica diferenciada, que não deve ser operada como a terapêutica dos medicamentos sintéticos ou medicamentos derivados de plantas.
    Seus prescritores devem ter aprendido como fazer esta prescrição e terem treinado a fazê-la.
    Em um certo nível, ela é uma ferramenta que pede que quem a use tenha sido treinado para isso.

     
  6. Faça um plano claro, defina os procedimentos básicos e os riscos que pode enfrentar.

    Clínicos: os procedimentos básicos em Homeopatia há muito estão definidos.
    Embora estejam sempre em desenvolvimento e não sejam estáticos ou estagnados.
    Mas existe um básico que garante procedimentos que dêem um mínimo de segurança e este básico está disponível em cursos de boa qualidade.
    A partir deste básico os clínicos podem derivar procedimentos diferenciados, mas sem brincar de ‘reinventar a roda’. Ou seja : se os procedimentos forem muito diferentes do que é a base da Homeopatia, pode ser até que funcionem muito bem, mas não são Homeopatia.

     
  7. Procure empresas e equipes de apoio qualificadas.

    Clínicos : Procure bons cursos, procure orientações com bons profissionais de Homeopatia, procurem bons livros sobre Homeopatia.

    Pacientes: Leiam sobre Homeopatia, procurem indicações conscientes.

 

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construída e administrada por Maria Thereza Cera Galvão do Amaral
Criada em 1999. Revisado: novembro, 2014.

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