Supressão e Supressão Mórbida - Portal de Homeopatia

Supressão é a inibição ou eliminação dos sintomas sem que haja melhoria na condição mórbida do paciente, percebida pela evolução de suas patologias durante sua vida, ou pela maneira com que sua doença evolui.

 

    Duas  crenças muito difundidas entre os clínicos são que:

  • 1. A enfermidade é um fenômeno patológico localizado em um órgão, sistema ou tecido do organismo, ao qual se deve o processo mórbido, e ele sendo corrigido ou eliminado, o enfermo deve curar-se,
  • 2. os processos mórbidos que o indivíduo tem ao longo de sua vida não tem relação uns com os outros.

 

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Só que a experiência homeopática mostra que a supressão de uma doença determina a aparição de metástase em outro setor sob outras formas, com outro quadro de enfermidade, como por exemplo, em humanos, asma brônquica após extração de amídalas.

 

A palavra Metástase significa uma substância em transformação, como indica seu prefixo META, que indica uma mudança de estado ou forma e ela ocorre quando há transformação mórbida, ou seja, para pior, do organismo.

Não se deve esquecer que as lesões e suas localizações são sempre uma tentativa de cura feita pelo organismo, mesmo que essa reação tome caminhos equivocados.

O conceito de supressão é o contrário do das leis de cura, seu direcionamento é o oposto. Quando o organismo não pode efetuar as leis de cura, mas está em boas condições, pode conseguir manter a enfermidade num mesmo plano (amigdalite para otites, etc).

 Supressão Mórbida

Se não está em boas condições, o organismo é obrigado a reagir num plano mais profundo (físico ou mental), fazendo uma patologia mais grave que a anterior, e aí será supressão com metástase mórbida ou supressão mórbida.

 

Supressão é um assunto extremamente discutido e controverso entre os homeopatas (aliás, não só entre eles), sendo que uns contestam sua existência, outros acreditam que exista e muitos a temem.

 

Acredito sempre que o bom senso deve imperar: acredito que se pode fazer supressão, não só com alopatia ou homeopatia, mas com todas as condutas terapêuticas e medicamentosas, não são como brindes, e sim um exemplo a ser guiado.

 

Só que isso seria mais útil se, além de servir ao óbvio, que é se ter cuidado ao medicar e cuidar do paciente, servisse de estímulo para se estudar cada vez mais o ser que se trata e a terapêutica que se usa.